Prata da Casa

O Caldo da Neide

Quando alguém pergunta: “Onde que eu posso achar um caldo bom?”.

Sem dúvida a resposta é generalizada: “Na barraca da Neide”

A história deste local começa há mais de vinte anos, quando Marineide Abreu Marinho (conhecida como Neide desde pequena), junto ao seu marido, abriram a barraca que hoje é famosa, devido aos caldos que oferecem e que se colocam entre os melhores de Pipa.

A proprietária hoje tem 63 anos, nasceu em Natal e veio morar em Pipa quando criança. Ela se sente pipense desde sempre.

A barraca tem acesso por dois lados. Para quem chega na Praia do Centro pela descida da igreja é a terceira do lado esquerdo. Para quem vem do lado contrário, pela descida da Praça do pescador, a barraca se localiza como a antepenúltima.

No começo a receita já se mostrava boa e saborosa, mas a Neide continuou se aperfeiçoando, até criar o famoso caldo que hoje conhecemos e para satisfazer todos os paladares, ela apresenta também outras opções variadas como o de Sururu, Peixe, Polvo e Ostras.

Para quem visita a nossa praia de Pipa, não deixe de levar a boa lembrança de ter experimentado o famoso caldo, e para nós, moradores, bora aproveitar a nossa prata da casa?!

 

Aqui, gentilmente, a criadora nos compartilha os ingredientes e o modo de preparo do seu famoso caldo de camarão.

Querem conhecer?!

 

Ingredientes:

Camarão, alho, pimenta do reino, tomate, cebola e sal.

Modo de preparo:

Limpe o camarão e separe o filé. Frite a cabeça, triture e passe na peneira. Depois coloque água, formando um caldo e adicione sal, tomate, cebola bem picadinha, alho e pimenta do reino. Quando tudo estiver pré-cozido, acrescente leite de coco (atenção: natural, obtido através do coco seco). Acrescente macaxeira triturada e amido de milho. Cozinhe tudo junto em fogo moderado agregue o corpo dos camarões, sem os deixar cozinhar muito. Sirva em uma vasilha de caldo, com um toque de coentro no centro, e acompanhado por rodelas de limão e duas torradas.

 

 

 

 

Por Aldana Vladimirsky

Texto originalmente publicado na Revista Bora, edição 11, abril de 2015.

No Comments

    Leave a Reply

    Navegue